Seu backup aguenta
um perrengue de verdade?
As 7 perguntas que separam quem se recupera em horas de quem fecha as portas. Toque em sim ou não em cada uma: o resultado aparece no final, na hora. Suas respostas ficam só no seu aparelho.
Ele roda sozinho, todo dia?
Backup que depende de alguém lembrar falha no dia em que essa pessoa está de férias. E o perrengue não avisa antes.
Abra o histórico da ferramenta e confira: rodou hoje? Rodou nos últimos 7 dias, sem exceção?
Agendamento é fácil. O difícil é alguém conferir o resultado todo dia útil, inclusive nas semanas corridas.
Existe uma cópia fora do seu prédio?
Incêndio, furto, alagamento e raio não escolhem servidor. Cópia na mesma sala do servidor morre junto com ele.
Pergunte: se este prédio ficar inacessível amanhã, de onde eu recupero? Se a resposta aponta para dentro do prédio, é não.
Cópia off-site exige link, storage remoto e alguém verificando se ela realmente está chegando lá.
Alguém restaurou de verdade nos últimos 90 dias?
Backup não testado é uma aposta. Corrupção silenciosa, senha perdida e job incompleto só aparecem na hora de restaurar.
Escolha um arquivo qualquer e restaure agora, em outra pasta. Cronometre. Se ninguém sabe fazer isso de cabeça, anote.
Teste de restauração de verdade é rotina mensal, com roteiro, cronômetro e registro do resultado.
Você sabe quanto tempo aguenta parado?
Sem esses dois números (quanto tempo parado e quantas horas de dados dá para perder), qualquer backup parece bom. Até o dia do teste real.
Complete em voz alta: "se o sistema cair, a operação aguenta ___ horas parada e podemos perder no máximo ___ horas de dados". Travou? É não.
Esses números mudam quando a empresa cresce. Alguém precisa revisar e ajustar a rotina de cópia junto.
Uma das cópias é impossível de apagar?
Ransomware moderno procura o backup primeiro e criptografa ele também. Cópia imutável é a que nem o administrador consegue alterar.
Pergunte ao seu fornecedor ou TI: "se um invasor pegar a senha de admin, ele apaga o backup?" Se a resposta demorar, é não.
Imutabilidade exige storage com suporte a isso, política de retenção e revisão periódica da configuração.
Alguém fica sabendo quando ele falha?
Backup falha em silêncio. A pergunta não é se um job vai falhar, é em quantas horas alguém percebe e corrige.
Localize a última falha registrada. Quem foi avisado, por qual canal, e em quanto tempo foi resolvida? Sem resposta clara, é não.
Alerta bem feito é sistema de monitoração configurado, mantido e com alguém de plantão olhando.
Você tem alguém para chamar às 3:00 da manhã?
Restauração de verdade quase nunca acontece em horário comercial. Chatbot e fila de ticket não restauram servidor de madrugada.
Escreva o nome e o telefone de quem atende você num sábado, 3 da manhã, falando português. Não veio nome? É não.
Suporte de madrugada é escala de plantão o ano inteiro. É o item mais caro de manter em casa.
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Seu resultado
Fazer backup é fácil.
Manter backup vivo é trabalho.
Cada "não" do checklist é um projeto pequeno de resolver. O que pega é o depois: manter os sete "sim" de pé exige uma rotina que não pode falhar nem em dezembro, nem em semana de entrega, nem quando o responsável sai da empresa.
Estimativa típica para uma operação com 3 a 10 servidores. O número exato da sua estrutura sai no diagnóstico.
É exatamente essa rotina que a gente opera há mais de 40 anos, de dentro do nosso datacenter em Florianópolis: automático todo dia, cópia fora da sua empresa, restauração testada e gente de verdade atendendo em português, a qualquer hora.
Diagnóstico de backup.
45 minutos, sem compromisso.
Um especialista passa pelas 7 perguntas na sua operação, com você.
Você sai com o mapa do que está em risco hoje e o que resolver primeiro.
Se fizer sentido, a gente desenha a solução. Se não fizer, o mapa é seu do mesmo jeito.
Datacenter próprio em Florianópolis. 40 anos de operação. Suporte humano, em português.