O guia da internet que
não derruba a empresa.
Na maioria das empresas, tudo entra por um fio só: ERP, emissão de nota, pagamento, telefonia. Este guia junta as 6 práticas que separam quem passa por um rompimento de fibra sem sentir de quem para o dia inteiro. Direto ao ponto, aplicável com qualquer fornecedor.
Faça a conta da hora parada
Faturamento mensal dividido por 200 horas úteis: esse é o custo aproximado de cada hora fora do ar. Uma empresa que fatura R$ 600 mil por mês perde na casa de R$ 3 mil por hora parada, e o contrato da operadora não devolve nada disso. É esse número que aprova ou reprova o orçamento de redundância; sem ele, a conversa vira achismo.
Dois links da mesma operadora não são redundância
Eles costumam subir pelo mesmo poste, pela mesma vala, até a mesma central. A retroescavadeira que rompe um rompe os dois; é a mesma aposta paga duas vezes. Contrate operadoras diferentes e pergunte, por escrito, por onde cada rota chega fisicamente no seu endereço.
Teste o caminho reserva todo mês
Failover que nunca foi testado não existe. Agende uma janela controlada, derrube o link principal de propósito e cronometre o que acontece: o que chaveou sozinho, o que precisou de mão, o que ninguém percebeu que dependia do link. O teste de 15 minutos por mês é o que transforma o segundo link de item de fatura em proteção real.
Chaveamento automático, nunca cabo trocado na mão
O minuto da queda é o pior minuto pra depender de alguém. Um roteador com duas portas WAN configuradas troca de link sozinho; sem isso, o incidente começa com "liga pro técnico" e a hora parada da prática 1 vira duas ou três.
Tenha o bote salva-vidas: um 4G/5G pro mínimo vital
Num rompimento longo, um roteador de chip segura PIX, PDV e e-mail. Não é redundância de verdade (a banda não sustenta a operação inteira), mas mantém o caixa aberto enquanto a fibra não volta. Deixa configurado e testado, não na caixa.
Sistema crítico merece o nível de cima: BGP
As práticas 1 a 5 protegem o escritório. Mas o sistema que atende cliente merece mais: com um bloco de endereços próprio e BGP, o mesmo endereço é anunciado pra internet por várias operadoras ao mesmo tempo. Uma rota morre, a internet recalcula sozinha em segundos, ninguém chaveia nada e quem está acessando não fica sabendo. Montar isso sozinho exige bloco de IPs, registro de sistema autônomo, contratos com várias operadoras e gente que fale BGP de plantão. É por isso que existe o atalho aí embaixo.
O atalho honesto
A prática 6 já existe pronta.
É onde os sistemas moram que decide.
Montar essa estrutura pra uma empresa só raramente fecha a conta. Mas ela já existe, operando, dentro de datacenter. Quando a infraestrutura e o processamento rodam na Infotécnica, seus sistemas ficam atrás do nosso AS/BGP próprio, anunciado por quatro operadoras que chegam por rotas diferentes, com proteção DDoS na frente. Uma operadora cai e o tráfego muda de caminho sozinho, em segundos.
Na prática: a redundância que seria um projeto caro de meses vira uma linha do contrato. E o link do seu escritório vira só a porta de entrada, não o fio do qual a empresa inteira depende. Se o servidor está aqui, ele continua no ar, atendendo cliente, emitindo nota e recebendo pedido, mesmo com a rua da sua sede aberta ao meio.
4
operadoras
BGP
AS próprio
DDoS
proteção
2015
DC próprio
Quer saber onde está o ponto único
da sua operação hoje?
Diagnóstico de redundância, 30 minutos, sem compromisso: a gente olha como seus sistemas e seu link estão desenhados hoje, roda as 6 práticas contra a sua realidade e aponta onde a empresa está pendurada num fio.
Você sai com o mapa: o que dá pra resolver por conta própria (práticas 1 a 5) e o que faz sentido rodar atrás do nosso BGP, com o custo de cada caminho na mesa.
Se não fizer sentido fechar nada, o mapa é seu do mesmo jeito.
Infotécnica desde 1982. Datacenters próprios em Florianópolis desde 2015. Suporte humano, em português.