O mapa da TI da sua empresa,
numa página.
Você não precisa entender de TI pra descobrir o risco que a sua empresa está correndo. Manda as 12 perguntas abaixo pra quem cuida da sua TI, recebe as respostas em uns 10 minutos, e marca aqui: o placar mostra, em verde e vermelho, onde a empresa está por um fio.
Tem um cabo na sua empresa que
só uma pessoa sabe o que faz.
Tudo funciona, todo mundo confia. Mas o mapa de como funciona — o que roda onde, o que fazer quando trava, onde estão as senhas — mora na cabeça de uma pessoa só. Aí essa pessoa sai de férias, e uma troca de equipamento simples vira um fim de semana inteiro. Não é culpa dela. É que ninguém nunca pediu pra escrever.
O problema é que você, que responde pela empresa, não tem como medir o tamanho desse risco sozinho — as perguntas certas são técnicas, e não é o seu trabalho sabê-las. Então a gente escreveu as perguntas por você. Em 40 anos cuidando da infraestrutura de empresas de Santa Catarina, são essas 12 que separam quem passa por um perrengue de quem fecha as portas por causa de um.
Como funciona
Copie as 12 perguntas e mande pra quem cuida da sua TI — funcionário, sobrinho que entende, empresa terceirizada. Resposta curta serve: sim, não, uma data, um número.
Ele responde em uns 10 minutos. Avisa que não é auditoria — é proteção pra ele também: hoje, quando algo dá errado, sobra pra quem nunca teve tempo de escrever.
Volte aqui com as respostas e marque cada uma. O placar sai na hora — e cada pergunta já diz o que a resposta significa pro seu negócio.
Placar da TI — o mapa numa página
Modelo da Infotécnica · infotecnica.com.br/materiais/mapa-da-ti/ · verde = resposta boa · vermelho = risco aberto
"Se você tirasse 15 dias de férias sem atender telefone, o que para?"
Mede quanto da operação mora na cabeça de uma pessoa. É a pergunta do cabo com fita crepe: se algo para quando ele some, a empresa depende da agenda dele.
A resposta for qualquer coisa diferente de "nada para" — inclusive um "melhor eu não sumir" dito rindo.
"Quantas pessoas além de você sabem restaurar o backup?"
Backup que só uma pessoa sabe restaurar deixa a empresa refém da agenda dela — justamente no pior dia possível.
A resposta for "nenhuma".
"Quando foi o último teste de restauração — restaurar de verdade, não só conferir que o backup rodou?"
Backup que nunca foi restaurado é uma aposta. Arquivo corrompido, senha perdida e cópia incompleta só aparecem na hora em que você mais precisa.
A resposta for mais de 6 meses atrás, "nunca" ou "não sei".
"Se o servidor principal queimar hoje, em quanto tempo a empresa volta a operar?"
Essa resposta é o tamanho do prejuízo em horas. Empresa parada é venda que não volta, nota que não sai, folha que atrasa.
Não existir um número — ou o número for maior do que a sua operação aguenta sem sangrar.
"Existe uma cópia dos dados fora do prédio? Onde?"
Incêndio, furto e alagamento não escolhem servidor — e levam junto a cópia que mora na mesma sala.
A resposta for "não" — ou o "onde" apontar pra dentro do mesmo prédio.
"Se o backup falhar numa madrugada, quem fica sabendo — e quando?"
Backup falha em silêncio. A pergunta real é quantos dias a empresa roda desprotegida até alguém perceber.
A resposta tiver o espírito de "a gente percebe quando precisa".
"Onde ficam as senhas críticas — servidor, e-mail, sistemas — se você não estiver?"
Senha que mora na cabeça (ou no celular) de uma pessoa tranca a empresa junto com ela. A resposta boa aponta um cofre ou gerenciador que mais alguém consegue abrir.
A resposta for "comigo", "de cabeça" ou um arquivo que só ele sabe achar.
"Está escrito em algum lugar o que existe e onde roda — de um jeito que um técnico novo entenda em uma hora?"
Sem isso, trocar de técnico (ou perdê-lo de surpresa) custa semanas de arqueologia — com a empresa rodando no escuro enquanto isso.
A resposta for "tá na minha cabeça" — a frase que dá nome a esta página.
"O equipamento principal está em sala própria, com energia e refrigeração dedicadas — ou dividindo tomada com outra coisa?"
A "salinha dos fundos" derruba mais empresa que ataque de hacker: calor, tomada dividida com o ar-condicionado, gente esbarrando em cabo.
A descrição parecer improviso — do lado do estoque, embaixo de uma mesa, na mesma régua de outra coisa.
"Se a internet cair agora, existe um caminho reserva pronto — segundo link, chip de dados?"
Hoje, sem internet não sai nota, não passa cartão, não entra pedido. "Esperar voltar" é um plano que custa por hora.
A resposta for "não" ou "a gente espera voltar".
"Existe uma lista, fora da sua cabeça, de quem chamar quando cada coisa der problema — fornecedor, contrato, telefone?"
No dia do problema, achar o telefone certo e o número do contrato não pode depender de uma pessoa estar disponível.
A lista não existir em lugar nenhum que outra pessoa ache sozinha.
"Alguém confere que atualização e antivírus estão em dia em todas as máquinas — ou cada uma por si?"
Máquina desatualizada é a porta que o sequestro de dados usa pra entrar — e ele procura o backup primeiro, antes de se anunciar.
A resposta for "cada uma por si" ou "não sei".
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Seu placar
Como ler o placar
Estrutura rara — a maioria não chega perto. Cada vermelho que sobrou é um projeto pequeno: resolve este mês e repete o placar a cada seis meses, porque ele envelhece.
A empresa está apostando. Os vermelhos são a porta de entrada do perrengue — e os de backup e de "quanto tempo parado" vêm primeiro, porque são os que custam venda.
Sua empresa depende de sorte. E sorte uma hora acaba. A boa notícia: nenhum desses itens é impossível de resolver — a questão é quem cuida deles todos os dias.
O que fazer com cada vermelho
Tudo aqui dá pra resolver por conta própria — e é justo você saber o que cada caminho cobra pra continuar de pé depois de pronto.
Papel e disciplina. Escrever o que existe e onde roda, pôr as senhas num cofre que duas pessoas abrem, montar a lista de fornecedores. Uma tarde de trabalho, custo zero — é o primeiro passo e ninguém faz por você. O que cobra: atualizar toda vez que algo muda, sem exceção, senão o papel mente.
Backup que volta. Treinar uma segunda pessoa, testar a restauração todo mês com cronômetro e registro, manter uma cópia fora do prédio e um alerta de falha que alguém realmente olha. O que cobra: 2 a 4 horas por mês, todo mês — inclusive dezembro, inclusive semana de entrega.
É exatamente isso que a gente opera por contrato: backup gerenciado, com teste de restauração e gente de plantão quando falha.
Tirar o improviso da estrutura. Sala própria com energia e refrigeração dedicadas (ou tirar o equipamento daí de vez) e um segundo caminho de internet pronto pra assumir. O que cobra: obra ou mudança, mais um contrato de link — e alguém conferindo que o reserva funciona antes do dia em que ele for necessário.
Nosso datacenter em Florianópolis existe pra isso: seu equipamento com energia, refrigeração e acesso controlado, sem obra na sua sede.
Rotina que ninguém vê. Definir quanto tempo parado a empresa aguenta e ensaiar contra esse número; manter todas as máquinas atualizadas e protegidas. O que cobra: um dono pro processo — não heroísmo de véspera.
Por contrato, isso vira monitoramento 24/7: a gente fica sabendo antes de você sentir.
Traz o placar preenchido.
O diagnóstico começa do seu resultado.
45 minutos, sem compromisso: a gente pega os seus vermelhos, um a um, e mostra o que resolver primeiro.
Você sai sabendo o que dá pra resolver por conta e o que faz sentido virar contrato — com o custo de cada caminho na mesa.
Se não fizer sentido fechar nada, o plano é seu do mesmo jeito.
Datacenter próprio em Florianópolis. 40 anos de operação. Suporte humano, em português.