Custo previsível em real
Mensalidade fechada em contrato, sem cobrança por egress e sem variação cambial. Você sabe a conta do ano inteiro.
Ideal para: cargas estáveis e previsíveis.
Custo em dólar, egress por GB e latência de uma região distante fazem muita empresa repensar a nuvem pública. Veja, sem torcida, quando um datacenter local em SC vence e quando o hyperscaler ainda é a melhor escolha.
A nuvem pública resolveu o "começar rápido", mas a conta de fim de mês surpreende: cobrança por GB de tráfego de saída (egress), preços em dólar que variam com o câmbio e latência que depende de uma região quase sempre em São Paulo. Esse é o movimento de repatriação (cloud repatriation): trazer de volta para um datacenter previsível as cargas estáveis, que não precisam da elasticidade global.
Tirar seus próprios dados da nuvem pública é cobrado por GB — quanto mais você usa, mais paga pra acessar o que é seu.
A fatura varia com o câmbio, dificultando previsão orçamentária ao longo do ano.
Sem uma região próxima, o tráfego viaja até São Paulo (ou ao exterior), somando atraso a cada requisição.
Mensalidade fechada em contrato, sem cobrança por egress e sem variação cambial. Você sabe a conta do ano inteiro.
Ideal para: cargas estáveis e previsíveis.
A partir de Florianópolis: menos de 1ms na capital e menos de 5ms para as demais cidades catarinenses.
Ideal para: operações no Sul do Brasil.
Dados em território nacional por contrato e suporte humano em português, com a opção de visitar o datacenter.
Ideal para: LGPD e compliance.
Quer ver a estrutura local? Veja o datacenter em Florianópolis ou os specs em Datacenter. Procurando alternativa às suítes globais? Veja alternativa ao Workspace e M365.
| Critério | Datacenter local (Infotécnica) | Nuvem pública (AWS/Azure/GCP) |
|---|---|---|
| Custo | Mensal previsível em real | Sob demanda, em dólar, com egress por GB |
| Tráfego de saída (egress) | Sem cobrança por GB | Cobrado por GB |
| Latência no Sul | Sub-5ms para SC | Depende da região (geralmente SP) |
| Soberania de dados | Território nacional garantido | Configurável, padrão global |
| Suporte | Humano, local, em português | Planos pagos, padrão global |
| Escala global instantânea | Menor | Enorme — vantagem deles |
| Catálogo de serviços gerenciados | Focado | Vastíssimo — vantagem deles |
| Picos elásticos de curtíssimo prazo | Menos elástico | Vantagem deles |
Sem torcida: para picos elásticos de curtíssimo prazo, escala global instantânea ou um catálogo gigante de serviços gerenciados, a nuvem pública ganha — e muitas vezes o melhor é um ambiente híbrido. Para cargas estáveis, com custo previsível em real, latência no Sul e dados no Brasil, o datacenter local costuma sair na frente.
Para cargas estáveis e previsíveis, o datacenter local costuma sair mais barato que a nuvem pública, porque a fatura é fechada em real, sem cobrança por egress e sem variação cambial — enquanto na nuvem, picos de curtíssimo prazo podem compensar a elasticidade.
Egress é o tráfego de saída — os dados que saem da nuvem em direção aos seus usuários ou a outros sistemas. Os hyperscalers cobram por GB de egress, então quanto mais a sua aplicação serve dados, maior a fatura. No datacenter local da Infotécnica não há cobrança por GB de saída.
Ambiente híbrido é a combinação de datacenter local para cargas estáveis (custo previsível em real, sem egress) com nuvem pública para picos elásticos ou alcance global — e é o modelo que a Infotécnica recomenda para a maioria das empresas com demanda mista.
Para picos de demanda de curtíssimo prazo e escala global instantânea, a nuvem pública leva vantagem. A Cloud Compartilhada da Infotécnica também escala sob demanda dentro da nossa capacidade, mas somos transparentes: se o seu caso é elasticidade global imediata, o híbrido é o melhor caminho.
Sim. Os dados ficam em território nacional por contrato, nos datacenters próprios da Infotécnica em Florianópolis-SC. Isso simplifica a adequação à LGPD frente a uma nuvem com região padrão fora do país.
A nuvem pública é a melhor escolha quando a operação exige escala global instantânea, presença em vários continentes ou picos elásticos imprevisíveis — cenários em que a Infotécnica é transparente: oferecemos o híbrido, não competimos nesse eixo.
A Infotécnica oferece SLA contratual de 99,9% de disponibilidade com crédito automático na fatura em caso de descumprimento — sem necessidade de abertura de chamado ou negociação. A infraestrutura opera em dois datacenters próprios em Florianópolis-SC com redundância N+1 em energia, climatização e link, e NOC 24/7.
A partir de Florianópolis, a latência para servidores da Infotécnica é menor que 1ms dentro da capital e menor que 5ms para as demais cidades de Santa Catarina. A região AWS São Paulo adiciona tipicamente 15–25ms para usuários em Floripa — diferença relevante para aplicações com alto volume de consultas em tempo real.
O lock-in em datacenter local é estruturalmente diferente: os dados e configurações ficam em território nacional, o contrato é em real e sem cobrança de egress para saída. Na Infotécnica, a modalidade Colocation permite que o cliente traga e mantenha o próprio hardware. O risco de lock-in existe em qualquer infraestrutura gerenciada, mas sem taxas de saída por GB, a barreira financeira de migração futura é significativamente menor.
Ainda com dúvidas? Veja avaliações de quem já é cliente da Infotécnica.
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sem egress · fatura em real · dados no Brasil